segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

komunikologia



Artigos sobre o tema de komunikologia

Komunikologia
(Komunikologie)

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Reality show com Closed caption



Reality show com Closed caption



 A comunicação evolui com novas tecnologias e novos equipamentos. Novas tecnologias e novos equipamentos dão novos nomes a antigos comportamentos.

Entra ano e sai ano, uma emissora de televisão parece estar sempre com uma liderança de audiência. Ainda que seus telejornais, com suas opiniões econômicas e políticas, possam não estar em comum acordo com uma maioria, a sua programação de entretenimento parece ser líder de audiência.

A programação da emissora tanto tem audiência que ela arrisca a repetir novelas e programas, por vezes remasterizados, por vezes regravados, ou mesmo por muitas das vezes exatamente como foram gravados. E os comportamentos de Aluizo e Merença na onda global, também podem gerar informação e conhecimento, por e com, novos e antigos comportamentos. 

Aluizo e Merença estiveram sempre ligados na programação da liderança em audiência. Aproveitavam personagens televisivos e fictícios, para criar apelidos para os que estavam à sua volta. Assim reprisavam cenas em suas vidas pequenas. E criavam novos personagens pela televisão de suas portas e janelas, por trás de muros e portões. Com aqueles personagens que passavam na sua frente, aqueles vigiados que transitavam diariamente pela frente de seu portão, por vezes apenas cumprimentando, com gestos ou pequenas falas como: ─ Bom dia;  ─ Boa tarde; ─ Boa noite. 

Os dois ligados na rua com cadeiras na calçada, uma própria e outra não comprada, tinham um cenário com cenas ao vivo à sua frente. Um desfilar de personagens entre uma fofoca e outra. Merença não tinha tempo para nada, era muito ocupada, em limpar, criar e montar cenários. Então não devolvia cadeiras e panelas, nem devolvia travessas, vasilhas e Tupperware. Fazia coleção de pirek e tapaué, já que poderiam fazer parte da próxima edição.

E aqueles que passavam na rua durante os comerciais, também não escapavam de receber um apelido. Ainda que corrido em “boca pequena”, em um closed caption, sem o referido ficar sabendo. Só os mais próximos podiam ficar sabendo, das iniciativas do mestre de barco e mestre em batizar com apelidos, o Aluizo, também conhecido como bem-te-vi.  Todos ali viviam naquela casa, como em um reality show, com direito a repórter correspondente em outro estado. Vez por outra falavam ao vivo com a Tia Chester, quando trocavam fofocas e recebiam noticias do Tio Mendiguinho. 

E outros mais próximos também recebiam apelidos de personagens televisivos, como a mãe de Viniçu, namorado de Lady K, vista como uma mãe superprotetora dos filhos, com referencia a uma personagem de determinada novela. Até mesmo o filho do casal, o Tio Carrofortinho, foi vinculado ao nome de uma novela, e uma suposta condição, interpretada por Aluizo e Merença, que se tornou um caso policial. Com direito a cenas de investigação dentro da casa visinha. A equipe Aluizo e Merença entrou na casa, in loco, na cena e ao vivo, e na espreita com atitudes suspeitas, para tentar encontrar provas para suas investigações. Tornaram-se repórteres investigativos.
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Uma nova novela vai ser reprisada, e fica uma duvida, se os apelidos também serão reprisados. O Tio Carrofortinho morava na casa ao lado quando recebeu um apelido rural. Agora ele mora novamente na mesma casa ao lado. E só com um plim plim mágico para estar ao vivo, e ver se o antigo apelido será também reprisado, de um modo regravado ou remasterizado.

RN. 07/01/15



Reality show com Closed caption:
Mais uma pequena história da série:
“As peripécias de Aluizo e Merença”.



AVISO/NOTICE/AVISO

* Esta é uma história de ficção. Qualquer semelhança com casos ou pessoas terá sido mera coincidência
 * This is a fictional story. Any resemblance to actual cases or persons is entirely coincidental
 * Esta es una historia de ficción. Cualquier parecido con casos reales o personas es mera coincidência



 Texto disponível em:






domingo, 21 de setembro de 2014

Aluizo e Merença



Aluizo e Merença



Em um parquinho chamado Araruama conheceram-se os dois ratinhos. Faziam presença pelo parquinho correndo entres dálias e crisântemos; magnólias e rosas; cravos e cravinhos. Desde pequenos já corriam por ruas e valas do parquinho, crescendo e aprendendo com atitudes suspeitas, como dois ratinhos, e bem safadinhos. 

Com um cravo roubado na praça e preso na lapela, foi com Merença se casar. Com um lenço e pregadores na cabeça vindo do varal alheio, emprestados e não devolvidos, ela resolveu aceitar. Montaram sua casinha com o faqueiro e a faiança da vizinha. Perderam a confiança da vovó e da vovozinha. Tiveram filhos e filhas, inhas e inhos.

Evoluíram e construíram uma boa casa em uma baixada. Com gatos na luz e na água puderam ter uma piscina. Muxibenta e com um sutiã rasgado ela tomava banho e caldo na piscina. Enquanto ele ia tomar cachaça e fofocar no bar da esquina. Nobres e cultos que eram, ficavam e estavam bem informados com as noticias do Brasil e do mundo. Todos os dias e todas as semanas, com jornais e revistas de assinantes, surrupiados de vizinhos.  Com TVs a gato e Gato Net tinham acessos a mídias televisivas.

Aluizo teve uma infância vigiada e controlada. Vestido de camisola ficava em casa preso para não fugir. Como um ratinho bonitinho e santinho, preso e correndo em seus brinquedos de gaiola, vestido com uma camisola da irmãzinha, a tia chester.

Aluizo e Merença eram uns promissores, um casal de roedores. Roedores que reviravam casas na ausência de seus moradores. Mexiam desde as geladeiras e armários procurando guloseimas para comer avidamente, mexiam em armários e estantes procurando estratégias e estratagemas.  Estratagemas que pudessem sair cantando, espalhando entre as flores do parquinho. Cantando e fofocando pelas ruas como canta o bem-te-vi. 

Seguiram o exemplo de sua mãe e seu pai. Tornaram-se dona de casa e navegador, exímios fofoqueiros e vigiadores da vida alheia. Corriam para lá e para cá em um barquinho pelas águas da Guanabara, em barquinho a motor. E com um Gordini velho no parquinho se dizia senador, tomando aguardente velha e cerveja quente no barzinho bem retrô.

Desde pequenininha Merença frequentava o parquinho, para ficar em um balanço quando Aluizo aparecia para embalar. Estavam ali pra ver e amostrar o que Merença tinha debaixo do shortinho. O shortinho para disfarçar o que era uma sainha bem curtinha, que no balanço, ao balançar para lá e para cá mostrava a calcinha. Calcinha suja de barro vermelho, vindo lá de outras bandas onde nasceu.

Com seu barquinho saiam e saíam para navegar, onde desde cedo aprenderam coisas do arco da velha com óleos de motor. Puxando barcaças de óleo tornou-se corretor, de óleo adulterado e de óleo barganhado, óleos não embarcados. Como dois ratinhos experientes atracavam e abandonavam rapidamente o barquinho, ao ouvir a sirene dos barcos vigilantes. 

Enquanto ela fez perfil em rede social, ele fez perfil de quem não vale nada, usando de suas próprias palavras. Fizeram perfil e carreira de aproveitadores de filhos. Aprendeu a consertar maquina de lavar, desmontar e montar carros. Enquanto ela aprendeu a fazer comida em ‘pirek’ e ‘marineck’ dos outros. Torceram ‘pro framengo’ na geral do Maracanã.

RJ 21/09/2014


Texto disponível em:

domingo, 7 de setembro de 2014

Novas versões e novas visões, criando novas opções. (1)



Novas versões e novas visões, criando novas opções. (1)



A Terra gira no espaço infinito. E quem está estático sobre a sua superfície, fica ora voltado para um lado e ora voltado para o outro lado. Uma situação tal como um carrossel de um parque de diversões. Quem está no carrossel vê a paisagem passar disforme, sem entender o que acontece. Seria necessário fotografar para ter uma ideia do cenário. Congelar uma imagem para entender o que se passa, ou acontece fora do carrossel. E a ciência fez o mesmo, estatizou situações para poder entender. Embora na próxima passagem do carrossel a situação possa ter modificado.

Quem está em um lado escuro da Terra (noite), tem a opção de uma segunda versão quando o dia clarear. A opção de enxergar um fato ou um tema com uma nova iluminação.  Tem a opção de ver um objeto com diferentes ângulos de iluminação, que o Sol proporciona a cada ângulo formado no céu, em cada hora do dia. Desfazer e mostrar as sombras que estavam ocultas quando não havia iluminação. Há anos o símbolo das ideias é uma lâmpada, e a simbolização do conhecimento é a iluminação. Para aqueles que ficam com a dúvida, a interrogação (?). Fiat Lux, que haja luz e houve luz (Gen 1:1). E Deus deu início ao seu trabalho de criação, quando ainda não existia energia elétrica.

Florence Nightingale (1820-1910), enfermeira britânica ficou famosa pelo uso de uma lâmpada. Ficou conhecida, no mundo e na enfermagem, como a dama da lâmpada. Andava pelas noites escuras, nas ruas com uma lamparina. Levava luz e esperança para enfermos, perdidos pelas ruas e acamados em quartos escuros. Florence trouxe a luz para os enfermos e para a enfermagem. Iluminando, formulando e executando conceitos para a criação de uma enfermagem moderna.

As novas versões geram segundas e outras novas versões, com outras visões de algo que só era visualizado por outro ângulo, um ângulo. Novos ângulos podem proporcionar novas visões, dando oportunidade para criar novas opções. A globalização interage entre as pessoas; entre as cidades, os estados, e os países; entre os continentes. E cada vez mais vem proporcionando uma mistura, uma miscigenação de elementos heterogênicos tendendo a homogeneização, uma unificação. A Terra tem mais de dois terços cobertos por água. A sociedade é liquida, vive momentos líquidos, e líquidos se misturam com facilidade. Já se pesquisa o armazenamento de dados em meios fluidos.

O giro da Terra é como uma maquina de lavar que dissolve o sabão, e este age sobre as peças de roupas que vão se misturando e se envolvendo durante a lavagem. Cada peça de roupa tem uma cor, um tamanho e um modelo (uma identidade), e um dono. Não são liquidas e podem ser reconhecidas e separadas, ao final dos processos de molho, lavagem, enxague e centrifugação. Em lavagens industriais, cada peça antes da lavagem ainda pode receber uma marcação, algo que indique a que rol pertence, uma marca que indique o cadastro da pessoa física proprietária.

No final do processo é feita apenas algumas análises: se a peça ficou intacta, não sofreu um dano físico; se a peça de roupa ficou limpa ou suja. Sem avaliar que a peça não é mais a mesma, sofreu um desgaste não só pela lavagem, mas pelo seu uso anterior. Que pode estar mais evidente agora com a ausência de sujeiras, que podiam mascarar uma analise.

O homem sempre analisou o mundo, o seu mundo, um mundo denominado como real, onde pode afirmar uma realidade. Analisou o seu mundo real criando uma ciência a partir de uma maneira estática, laboratorial, um sistema fechado e isolado. A ciência isolou conhecimentos para poder analisar. Tirou um instantâneo, obsevou o que poderia analisar em sua existência. Fez como tirar uma foto e analisar os gestos dos participantes em um cenário, em gestos estáticos.

Não considerou o Universo porque é infinito e indeterminado. Regido pela mecânica celeste, onde os espaços entre os corpos são imensos. E o planeta Terra ainda realisa outros movimentos no espaço, como por exemplo, o movimento de precessão dos equinócios (mais ou menos a cada 25.000 anos).





Entre Natal e Parnamirim/RN ─  24/08/2014







Texto produzido para:
O Jornal de HOJE – Natal/RN
Palavras Chaves: gestão; qualidade; conhecimento

Palabras Clave: gestión; la calidad; el conocimiento

Key Words: management; quality;  knowledge




CMEC/FUNCARTE
Cadastro Municipal de Entidades Culturais da Fundação Cultural Capitania das Artes

Natal/RN




Roberto Cardoso








PRÊMIO
DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2013
Categoria Colunista em Informática




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Votação: JULHO a OUTUBRO de 2014


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DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2014