domingo, 7 de setembro de 2014

Novas versões e novas visões. Novas opções. (3)



Novas versões e novas visões. Novas opções. (3)


Foi divulgado o resultado do Ideb pelo MEC, o principal indicador da qualidade na educação básica. Muitos estados ficaram com resultados abaixo da meta. O RS ficou entre os melhores, o RJ ficou na média, e o RN ficou entre os piores (O Globo em 06/09/14 – Rio de Janeiro/RJ). O governo federal atrasou a divulgação dos resultados provocando críticas entre políticos e educadores (idem).

Justificativas de empowerment (empoderamento) surgem para justificar o mau desempenho em alcançar metas. O presidente do Inep declarou no evento Educação 360 (set/14 - Rio de Janeiro/RJ), que há um problema estrutural no ensino médio (O Globo em 07/09/14). Justificou o atraso da divulgação dos índices, pela enormidade de dados a serem analisados (idem).

É preciso integrar os saberes, disse Edgar Morin no Rio de Janeiro, durante o evento ‘Educação 360’ (idem). E é preciso um estrangeiro pisar em solo brasileiro para falar e mostrar as evidências, da necessidade de revoluções educacionais. Heranças de um Brasil descoberto, colonizado, explorado e educado por expedições e viagens, modelos e critérios de outros povos.

O conhecimento proporciona conhecer e identificar novas versões, novas visões e novas opções. Desatando os nós da formação e da educação formal, formatada para pessoas desinformadas e desenformadas. A desinformação gera pessoas para serem moldadas durante um processo de fermentação e cozimento. E para no final do processo ser desenformadas e fatiadas.

A inovação é citada no meio acadêmico e empresarial, como um novo conceito necessário a ser implantado e realizado, por empresas e pessoas. Um termo importado, e incorporado no vocabulário empresarial, nacional e atual. Entendido como um novo comportamento do conhecimento e da tecnologia. E este conceito, sempre esteve presente no cotidiano brasileiro, subestimado e denominado como o jeitinho brasileiro. A repetição dos acontecimentos, uma apropriação do conhecimento e do comportamento. O índio descoberto pelos portugueses já criava instrumentos e equipamentos com recursos da mata. Inovação e criação é patrimônio imaterial e intelectual do povo brasileiro.

Novas versões e novas visões, que vão criando novas opções. Criando assim novas interpretações. Com ideias de transversalidades, transdisciplinaridades e interdisciplinaridades. Provocando novas opiniões e sensações. Novos prazeres, novos saberes e novos sabores. Em todos os seguimentos e setores. Com assoreamentos e decantações, o fluxo líquido torna-se límpido.

Em textos anteriores já foi mostrado e citado algumas relações entre lâmpada e iluminação. E outras ideias a partir de uma iluminação podem surgir. Os mercados e supermercados são bem iluminados e estão cheios de novas ideias, novas seções, novos displays; novas gôndolas e novas prateleiras. Novos produtos resultantes de misturas inimagináveis e não esperadas

Assim como os conhecimentos se misturam em uma sociedade liquida, os sabores e os saberes se misturam também. Em uma sociedade líquida, são nos líquidos disponíveis e ofertados em um mercado, onde encontramos uma maior variedade de misturas. Bebidas lácteas e a base de soja com sabores. Cervejas nacionais e importadas adicionadas de outros sabores.

Restaurantes iluminados oferecem um espaço ao cliente com luzes no teto e luzes em balcões refrigerados e aquecidos. Um bufê com serviço self-service com as mais variadas opções de sabores entre pratos quentes e pratos frios, entre ingredientes cozidos ou crus; assados ou grelhados. Na cidade de Natal ainda podemos encontrar a opção torrado.

No restaurante self-service, cada um tem o poder de escolher entre os ingredientes oferecidos, montar seu próprio prato. Sem obedecer a critérios gastronômicos; qualitativos ou quantitativos; nocivos ou nutritivos. Sem ordens e combinações de componentes e ingredientes. Cada qual faz a sua escolha naquele momento. Indicação medica de cardiologistas, nutricionistas ou endocrinologistas para dietas parciais ou totais, dietas de engorda ou emagrecimento não são questionadas, diante da balança ou do caixa.

Uma pericia inicial oculta, individual, não divulgada e não demonstrada, faz parte da escolha do restaurante e dos pratos e serviços oferecidos. Observar como são suas instalações a partir dos critérios e dos conhecimentos pessoais de cada um.

Com uma gestão escolhe-se como será a digestão, a partir de conhecimentos e discernimentos. Escolhe-se o que comer e o que saber, escolhe-se saberes e sabores. Os índios silvícolas já escolhiam o que comer nas matas, nos mares e nos rios. Enquanto os índios canibais escolhiam quem comer.



Rio de Janeiro/RJ ─  07/09/2014







Texto produzido para:
O Jornal de HOJE – Natal/RN
Palavras Chaves: gestão; qualidade; conhecimento

Palabras Clave: gestión; la calidad; el conocimiento

Key Words: management; quality;  knowledge




CMEC/FUNCARTE
Cadastro Municipal de Entidades Culturais da Fundação Cultural Capitania das Artes

Natal/RN




Roberto Cardoso








PRÊMIO
DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2013
Categoria Colunista em Informática

Novas versões e novas visões. Novas opções. (2)



Novas versões e novas visões. Novas opções. (2)


Novas opiniões surgem a partir de novas versões. Novas visões vão criando e dando oportunidades, e a possibilidade de surgir novas opções. Uma informação pode relatar um fato. Outra informação pode emitir alguns dados sobre o mesmo fato. Diversas informações divergentes sobre o mesmo fato ou tema, caracterizam pontos de vistas diferentes. As diferentes opiniões de um ou de outro, de alguém ou de outrem, de um segmento ou de outro; de uma ciência, e de outra ciência.

A corrida presidencial vem mostrando uma infinidade de informações de um ou de outro candidato. Atores de um teatro em cena. Informações de plataformas de governo. Uma gestação ideológica para uma futura gestão administrativa. Informações gerenciais e sociais; com a possibilidade de vazar informações confidenciais. A divulgação de medidas educativas e coercitivas, medidas socioeducativas, a partir de alguns pontos de vista. A proteção do ambiente e do cidadão; da saúde e da educação, da segurança e da alimentação. Opinião de quem é contra ou a favor do candidato ou de suas ideias e opiniões. E pressões de uns sobre outros, em um contexto político ou social, chegando ao pessoal.  Temas enigmáticos e ambíguos para o bem e para o mal.

Uma infinidade de informações chega por todos os lados, pelas diversas mídias sociais. Desde a fofoca do vizinho pelo muro de divisa dos terrenos, a um debate na televisão controlado por quem tem uma opinião formada e direcionada. As divisas por um muro e por uma tela. Telas e cercas em muros de cimento e conhecimento. Telas aramadas e cabeadas. Telas de arame plasmáticas; de TV e de LCD, conexões com fio ou sem fio. Telas ligadas e eletrificadas. De um lado os candidatos e o moderador diante das câmeras em diversos ângulos, aonde os melhores são escolhidos pelo controlador de imagens, e vão para ao ar. Imagens no ar que podem mandar um candidato para o espaço. Do outro lado alguém sentado em uma poltrona analisando e criticando o que vê, por um ângulo, formado por um olhar na TV. Sem debates e sem discussões, sem replicas e sem treplicas.

Informação excessiva pode gerar desinformação; a incapacidade de formar uma opinião. Uma avalanche de conhecimentos, onde quem não estiver preparado e agasalhado, pode sofrer com um grito mais alto, que provoca um desmoronamento de gelo, neve e geleiras; ideias, ideais e ideologias. Um ‘brainstorming’ de chuvas torrenciais ao subir a montanha do conhecimento.

A formação da consciência política cidadã começa com a necessidade de conhecer o idioma pátrio, ou a língua nativa, um linguajar na atividade. Depois envereda pelo conhecimento da historia e da geografia de sua cidade, de sua região e de seu país. O protagonismo jovem nas ruas, a participação na vida política econômica e social gera um conhecimento vivo, um conhecimento de visão por imersão.

As academias acolhem produtores de conhecimento. A partir de informações vão construindo um conhecimento. Produzem conhecimentos para em beneficio próprio usar. Para que uma ou outra academia utilize em outras situações. Academias militares, Academias literárias, e Academias científicas. Academias jurídicas e academias políticas. Academias da história e da geografia de um lugar, a exemplo: o IHGRN – Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e o INRG – Instituto Norte-Rio-Grandense de Genealogia. Os homens e as famílias fazem a geografia que um dia se torna historia, do arruamento histórico ao adensamento geográfico.

Para estabelecer uma pena ou um esclarecimento pode ser necessário instalar uma perícia. Uma pericia pode ser instalada ou implantada para se chegar a uma conclusão, por meio de provas e evidencias. Prova pericial com evidencias: judiciais e científicas. Com uma literatura poderá ser descrita. Com uma ordem militar poderá seguir em torno de uma ideia, em razão de uma necessidade. Uma perícia deve ser feita a partir de verdades. Uma construção de verdades que serão confrontadas e associadas, a partir de hipóteses, e de acontecimentos de um evento.

A justiça deve estar calcada em verdades e não em vontades. Com o uso do direto pode se chegar a verdades; uma ciência vai contribuindo com a outra. Vai-se criando regras e normas aqui e ali para tentar chegar a conclusões.

As informações mesmo que convergentes ou divergentes geram um conhecimento. Um conhecimento de novas hipóteses. Um dia é diferente do outro, tal como uma noite é diferente da outra. È possível apenas afirmar que um se antecede a outro e o outro acontece depois de um. Fato afirmativo e valido enquanto a Terra fizer um giro em torno do próprio eixo. Até tese seja derrubada por um novo fenômeno celeste alterando o paradigma atual (Mudança de paradigma em Informática em Revista – Abril/2014).


Entre Natal e Parnamirim/RN ─  31/08/2014







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quinta-feira, 12 de junho de 2014

MI mi mi

MI Mi mi



Inúmeras leituras e inúmeras vivencias, mais outras convivências, inclusive as permanências. Proporcionam um conhecimento, um entendimento, e um reconhecimento, do campo e da sociedade. Teorias se enquadram em pessoas e situações. Situações e pessoas dão oportunidade a criação de novas teorias.

Há uma evidencia clara que as pessoas, que só falam em critérios de avaliação, critérios científicos e qualidade, isentam-se eles próprios de uma avaliação, disse Pierre Bourdieu (1930-2002) em: Os usos sociais da ciência (UNESP, 2003). Indivíduos que se julgam um modelo inatacável, o mestre intelectual, o mais inteligente, um modelo de inclusão. Master of the ilumination.

Mestres com motivos e interesses inconscientes são movidos [1] e mantidos por uma inércia. Uma vez que estão afastados da pesquisa, são solidários da rotina (Bourdieu). E por estarem à margem, são movidos de um interesse inconsciente em desqualificar o que é eminente (idem). Não praticam a invenção para criar a inovação.

Um modelo onde o docente desde quando discente, se portou e comportou como um leitor das teses e das teorias; dos livros e das apostilas; dos conceitos e dos preceitos; das normas e dos procedimentos. Criando assim uma aversão e desconfiança a novos argumentos, novos autores e criadores. Fenômeno observado com mais evidencia nos cursos literários, mas muito comum também nas ciências, segundo Bourdieu. Não fazem se não, repetir modelos e matrizes copiadas e importadas.

Modelos de formação da era medieval, quando existiam os copistas, quando o conhecimento difundia-se por, e entre os copistas. Quando o conhecimento encontrava-se entre os muros de um convento. Aprendia-se um conteúdo por: copiar, escrever e repetir, depois escrever novamente [2]. Sem participar de experiências e experimentos. Sem criar tentativas e alternativas, erros e acertos.  O conhecimento surgiu dentro da igreja, e as escolas copiaram o modelo de formação e adequação de alunos. Enquanto outros se apropriaram do conhecimento (A usurpação da ciência. Cardoso R. Jornal de HOJE, 2013) [3]

O mundo inteligente com modelos inconsequentes. Modelos internacionais. Sempre invadiram o mercado interno, multinacionais com modelos importados. Montadoras industriais com motores e ignição, criando modelos individuais. Modelos importados, moldados e instituídos por um marketing institucional. Modelos imbuídos de mudanças e investimentos.  

Falar e discursar sobre o mercado interno e o mercado internacional. Métodos inovadores e modelos de incentivos, puras metodologias inventadas. Matrizes indicadoras com modelos importados, copiadas com motivos irracionais.

MI Mi mi. Modelos internacionais, para mudanças industriais em mundos irreais. Matrizes insipientes com modelos insuficientes, criando mudanças insatisfatórias.

Quanto mais se é autônomo, mais se tem chance de dispor da autoridade específica (novamente Bourdieu). Ou seja, quem esta fora do campo tem uma autorização, uma liberdade, uma autoridade literária ou científica que permite emitir uma opinião. A comunidade científica funciona como um microcosmo, onde seres microscópios se combatem e se devoram continuamente. Um campo com disputas e concorrências.


[1] O grifo é meu. No texto original: “Os professores tem interesses inconsciente pela inércia”
[1] Os livros eram feito um a um.
[1] A usurpação da ciência, partes:  (1), (2), (3), (4), (5) e (6). Publicado em agosto e setembro de 2013. Jornal de HOJE – Natal/RN.


Roberto Cardoso
(Maracajá)

Entre Natal e Parnamirim/RN ─  12/06/2014

MI Mi mi
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Entre Natal e Parnamirim/RN ─  12/06/2014






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Roberto Cardoso


Votação
JULHO a OUTUBRO de 2014
Informática em Revista-Natal/RN
Candidato
DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2014
Categoria: Colunista em Informática
Categoria: Segurança da Informação
INFORMÁTICA EM REVISTA |ANO 8 | Nº 89 |PAG 20
 DEZEMBRO 2013 | NATAL/RN
PRÊMIO
DESTAQUES DO MERCADO - INFORMATICA 2013
Categoria Colunista em Informática


Cientista Social
Jornalista Científico
Reiki Master & Karuna Reiki Master
Colunista/Articulista
Informática em Revista - Natal/RN
Informática em Revista - João Pessoa/PB

Sócio Efetivo do IHGRN
(Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)


Link Curriculo Lattes










sábado, 2 de novembro de 2013

A construção do conhecimento (8)

A construção do conhecimento (8)


Feiras e feirantes de um comércio cigano e nômade, itinerantes e errantes, levavam alimentos e conhecimentos a outras paragens. Um dia se estabilizaram e criaram raízes, formaram seus armazéns para estoques e vendas, de mantimentos e implementos. Bodegas e armazéns, comércios de secos e molhados, evoluíram para mercadinhos e mercados. A iniciativa privada com mais recursos financeiros, detentora de mais conhecimentos logísticos, administrativos, e comerciais transformou mercados em supermercados. Com o tempo e a expansão dos negócios, com crescimentos horizontais e verticais, chegaram aos hipermercados.
Supermercados agora funcionam de ancora comercial, com pequenas lojas em seu entorno interno ou externo, oferecendo produtos e serviços não tão comuns ao interior dos antigos mercados, como produtos e serviços da linha automotiva. Lojas com produtos e públicos específicos como farmácias e revistarias. Espaços destinados a serviços como terminais eletrônicos bancários e loterias. Empreendedores individuais como chaveiros e engraxates. Pequenas empresas como manicures e cabeleireiros. O modelo de mercado “hiper” dá oportunidade a outros negócios criando um ambiente comercial. Expande e aumenta suas atividades, atrai novos clientes. Pratica a comercialização de produtos e a comercialização de serviços, tornando-se um administrador de um condomínio comercial.
Algumas cidades ainda possuem ou preservam seus antigos mercados municipais. Locais onde pequenos produtores levam suas produções diariamente para ser comercializada com a população local. Andar pelos corredores de um mercado municipal leva a conhecimentos sobre hábitos e costumes do local. Hábitos do “dicumer” e do “dibeber”, da criação e da plantação, da cultura e da formação.
Feiras e antigos mercados em pequenas cidades ofereciam produtos de uma antiga classificação biológica dos seres vivos, os dois grandes reinos: dos animais e dos vegetais. As novas gerações comerciais de mercados oferecem produtos de uma nova classificação adotada com a evolução da biologia, em cinco grandes reinos denominados como: moneras e protistas, fungos, animais e plantas.
Andar entre as gôndolas de um super ou hiper, um gama de informações e conhecimentos são oferecidos e ofertados nas prateleiras. Produtos em diversas modalidades de pesos, volumes e tamanhos. Desde a unidade ao atacado, dúzias e dezenas. Passando por diversas medidas de tamanhos e volumes, passando por litros e mililitros, por quilos e gramas, por metros e centímetros. Embalados em potes e pacotes; latas, caixas e garrafas.
Órgãos e instituições governamentais de controles de pesos e medidas orientam os consumidores a denunciar produtos com quantidades ou conteúdos a menor dos que descritos na embalagem. Produtos já conhecidos e reconhecidos pelo público com embalagens novas e diferenciadas são obrigados por lei a informar novos pesos e volumes de maneira clara, legível e destacada, a fim de evitar enganos por parte do consumidor.
Cada produto por exigência de lei deve conter sua composição; datas de fabricação e de validade. Produtos químicos com nomes vulgares e cientifico, datas anteriores e posteriores. Modos de preparos e condições de armazenagem, prazos de usos antes e depois de abertos. Destinados a bebes e crianças, jovens e adultos; ou de uso animal e veterinário. Elementos nocivos a saúde e suas alternativas em casos de ingestão ou inalação acidental.
Uma aula em cada embalagem que vai das compras ao local de consumo, aulas de química, física e biologia; contabilidade, administração e gestão. A gestão da qualidade a partir do que é colocado na prateleira da dispensa, do freezer ou geladeira, três ambientes, três temperaturas, três modelos de validades. Depois da aula do supermercado vem a noção intuitiva de armazenar e administrar estoques em casa, a intuição do sistema PEPS, o primeiro que entra é o primeiro que sai.


FIM (8)
E

domingo, 15 de setembro de 2013

A construção do conhecimento (1)


A construção do conhecimento (1)
 

Devora-se um livro para saciar a fome do saber e do conhecimento, porque o saber tem sabor e o sabor tem saber. Guerras e batalhas já foram realizadas por disputas de campos férteis e produtivos. Invasões ao território brasileiro no nordeste aconteceram durante a época da colonização pela produção e transformação de cana de açúcar, que já foi um bem de enorme valor na época, adoçando bocas e bolsos. Povos navegantes em embarcações sem propulsão chegaram ao nosso continente ao sabor das ondas e dos ventos.

A economia define três etapas, ou setores comerciais, das trocas de mercadorias entre os povos e nações. Na comercialização e produção de bens, produtos ou mercadorias, definem-se três categorias da economia: primaria, secundaria e terciária. A agricultura e pecuária sejam elas extrativista ou extensiva, estão classificadas como setor primário. E enquanto no mundo de hoje, inúmeras empresas multinacionais estão no setor terciário vendendo ou comprando serviços, grandes grupos administram e controlam outras empresas associadas e vinculadas aos setores primário e secundário.

Administra-se e comercializam-se bens tangíveis e intangíveis. A detenção da administração e controle de grupos de empresas e de pessoas, esta associada à detenção de capitais, de poderes, de valores e de conhecimento.

A construção do conhecimento começa pela boca, luta-se pela fome e pelo sabor. As necessidades de poderes e conhecimentos provocam guerras, na busca do saber e dos sabores. Da conquista do controle espacial, cultural e econômico, questões de estudos da geografia social e humana. A geografia serve antes de mais nada para fazer a guerra, disse Yves Lacoste em sua analise da geografia do mundo em subdesenvolvimento.

A geografia feita hoje se tornará a história de amanhã. Exércitos marcham sobre seu estomago disse Napoleão Bonaparte, também vítima de um câncer no estomago. Exércitos perderam batalhas por deixar suas tropas com fome no front de batalha. Um fato tal como o acontecido em uma das batalhas contra o arraial de Antonio Conselheiro, onde os planos iniciais eram dar descanso e rancho as tropas antes do ataque. Ao avistar o arraial de Canudos o comandante da tropa optou por atacar e almoçar em Canudos, resultado: a tropa invadiu o arraial em busca de comida e perdeu a batalha (Guerra de Canudos, filme de Sergio Rezende). Um ditado antigo diz que saco vazio não fica em pé.

A detenção do saber e do poder. O conhecimento é processado e construído a partir das informações e percepções do corpo, as informações são obtidas do meio através dos sentidos, percepções do corpo humano, definidas pelos estudos de fisiologia humana como sendo os cinco sentidos do corpo. Desde quando criança os sentidos é que nos dão a ideia do mundo que passamos a habitar. A luz, a sensação de calor, frio ou quente, os sons, são as primeiras sensações de uma criança ao nascer. A mulher parturiente dá a luz ao bebe que vai nascer, da à oportunidade da criança ver a luz ao nascer, informação e sensação que não tinha antes de nascer. 

Um conhecimento se forma a partir de inúmeras informações, que chegam ao cérebro através de sistemas complexos de transmissão de informações desde os pontos de captação até chegar ao cérebro, sensações captadas pelos sentidos, como luz ou ausência de luz, muito ou pouca luz, diferenças de cores, frio ou calor, cheiros e odores. Sons, altos ou baixos, naturais ou artificiais, sabores e dissabores.

Decifra-me ou eu te devoro.

 

Jornal de HOJE

 
Entre Natal e Parnamirim/RN ─  15/09/2013
 
 
 
Roberto Cardoso
(Maracajá)
 
 
Reiki Master & Karuna Reiki Master
 
023.1461.13 CMEC
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Fundação Cultural Capitania das Artes
FUNCARTE
Natal/RN
 
Cientista Social
Jornalista Científico
Colunista em Informática em Revista
 
Sócio Efetivo do IHGRN
(Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)
 
 
No período de julho/2013 a outubro/2013 estou concorrendo ao PREMIO DESTAQUES DO MERCADO na categoria Colunista em Informática na publicação Informática em Revista.
 
A votação poderá ser feita usando um e-mail por mês. Após a votação espere o retorno do e-mail para validação do voto. Só após a validação é que o voto é computado
 
 

 

 
 
 
 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aniversario de 446 anos da Ilha



Aniversario de 446 anos da Ilha do Governador
setembro/2013
 
 
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PREMIO INFORMATICA 2013


 
PREMIO INFORMATICA 2013

Roberto Cardoso

 

As votações já começaram e estou candidato na categoria "Colunista de Informática"

Vote no Prêmio Informática 2013 a partir de hoje. São 20 categorias. Acesse http://www.informaticaemrevista.com.br/premiacao.php

 

INFORMATICA PRIZE 2013

Roberto Cardoso

 

Voting has already begun and I am a candidate in the category "Computer Columnist"
Vote in Computing Award 2013 from today. There are 20 categories. Log in


 

INFORMATICA PREMIO 2013

Roberto Cardoso

 

La votación ya ha comenzado y yo soy un candidato en la categoría "Columnista Computer"
Voto en el Premio Computing 2013 a partir de hoy. Hay 20 categorías. iniciar la sesión